segunda-feira, 26 de julho de 2010

Sair sem Rumo



Quando quero sair sem rumo
abro a porta e me vou sem destino
não quero saber quem encontro
por que a postos estou a sair.

Não me importo se estou sozinho
é neste momento que reflito
bato pernas a caminhar tranquilo
ou mesmo de carro a rodar.

A noite pode cair lá fora
já nem ligo como está o tempo
conto como mais belo brilho da lua
e minha sombra a acompanhar.

Neste momento abraço meus sentimentos
carrego nos braços da noite
as dores de amores mais sentidas
como também dos amores correspondidos.

Pelos caminhos que eu percorro
busco dentro da noite calma enluarada
conversar com minha própria alma
os rumos que eu devo na vida seguir.

Celso Ant. Dembiski